Antes de tudo,
eu gostaria de pedir desculpas. Prometi
para mim e para todos os que lerem um dia estas palavras) que eu
não escreveria meu próximo texto falando sobre a pandemia do novo coronavirus, ou sobre o Governo, ou sobre as ações impensadas daquela figura "imatura" que está lá no Planalto. Cheguei até mesmo a iniciá-lo, mas não
deu e não daria diante de "tudo isso aí, que estamos vendo aí". São tantas
demonstrações de autoritarismo, pedância e, principalmente, falta de humanidade num tão curto espaço
de tempo, que o silêncio seria uma grande demonstração de indiferença em relação ao quadro sociopolítico que vivenciamos hoje, como também ao futuro do Brasil como Nação.
De verdade, não me recordo de ter visto um "líder de uma Nação" fazer e falar tantas “fezes” com tanta veemência como se vê nas demonstrações daquele que está lá como chefe do Poder Executivo. Nem Collor como primeiro presidente eleito no período pós-ditadura militar. Nem ele, meus Amores! E olha que ele fez foi “fezes”!! Inclusive aproveito para deixar aqui uma observação: saímos muito mal de uma ditadura militar, e se não abrirmos nossos olhos, entraremos numa outra ainda pior! Fica a observação.
Também vou tentar nos poupar evitando ao menos dizer o nome daquele que “representa” o Brasil na presidência da República. Primeiro porque com ele o país caminha para o fim da República, do Estado Democrático de Direito, e para o seu fim como Nação. E tudo isso de uma vez só! Segundo, porque isso seria um grande desrespeito com os nomes dos mais de quinze mil mortos pela COVID-19 no país e suas famílias. E isso não tem a ver com corrente ou filosofia política de direita ou esquerda, mas sim com humanidade, compaixão e empatia, palavras que fogem ao conhecimento daquilo que está lá em Brasília.
De verdade, não me recordo de ter visto um "líder de uma Nação" fazer e falar tantas “fezes” com tanta veemência como se vê nas demonstrações daquele que está lá como chefe do Poder Executivo. Nem Collor como primeiro presidente eleito no período pós-ditadura militar. Nem ele, meus Amores! E olha que ele fez foi “fezes”!! Inclusive aproveito para deixar aqui uma observação: saímos muito mal de uma ditadura militar, e se não abrirmos nossos olhos, entraremos numa outra ainda pior! Fica a observação.
Também vou tentar nos poupar evitando ao menos dizer o nome daquele que “representa” o Brasil na presidência da República. Primeiro porque com ele o país caminha para o fim da República, do Estado Democrático de Direito, e para o seu fim como Nação. E tudo isso de uma vez só! Segundo, porque isso seria um grande desrespeito com os nomes dos mais de quinze mil mortos pela COVID-19 no país e suas famílias. E isso não tem a ver com corrente ou filosofia política de direita ou esquerda, mas sim com humanidade, compaixão e empatia, palavras que fogem ao conhecimento daquilo que está lá em Brasília.
Em menos de um
mês ele já coleciona um leque imenso de ações que justificariam plenamente um impeachment.
Diz aí, vai? Bateu aquela saudade das “pedaladas fiscais”,
não é? O que elas representam perto do extermínio em massa da população causada por um vírus e agravada pelo seu próprio governante pela indiferença com a qual ele trata seus compatriotas num momento de tanta dor? Quer dizer, me desculpem de novo.
Temos aí outra falácia, pois de "governante" mesmo, ele não tem nada. Isso é cada
vez mais evidente, pois sua preocupação não é governar para a Nação, mas sim limpar as FEZES que seus filhos fazem e para isso, ele não mede esforços em transformar o Brasil na bagunça
moral que só a sua residência deve ser. Ah, outra coisa que ele faz bem
(e muito bem) na presidência é proteger, além da sua família, os seus amigos. Falando em amigos...quem
não ia querer ter amigos como Lula e...bem...aquilo que está lá em Brasília? Lula ganhava presentes
simbólicos de seus amigos (como o apartamento do Guarujá. Lembra dele?) e
aquela pessoa que está hoje lá no Planalto, dá aos seus amigos “módicos” cargos políticos ou públicos como, por exemplo o cargo de Diretor-Geral da PF. E por que? Ah...porque assim...bem...assim fica TUDO ENTRE AMIGOS, não é
mesmo?! Vou dizer para vocês: nem a cozinha de uma zona deve ser tão bagunçada como o
cenário que estamos tendo que lidar! Penso que nem no período pós-ditadura militar nunca vivemos dias tão nublados como estes, e olha que já lidamos com muita coisa
ruim, mas como aquilo que está lá no Planalto está difícil de encontrar
comparação até mesmo fora do Brasil. Apenas uma figura na História da
humanidade se compara a ele, mas também nem deve ser citado aqui por uma questão de respeito. Até os alemães se envergonham dele. Já estivemos "mal das pernas", mas "da cabeça", nunca! Parece que
dessa vez, perdemos a pipa, a rabiola, a linha e o carretel tudo junto! De
fato, hoje estamos pior do que pipa avoada.
Não está fácil
ser brasileiro e para ser bem sincero, está dando até vergonha. Quando se fala
das atitudes impensadas e da postura infantil do presidente sejamos sinceros: é
sentir vergonha pela falta de vergonha alheia. Você que votou nele com gosto,
você que foi lá e apertou o verde e fez símbolo de “talkei” na urna, você meu
Querido, isso, você mesmo que vestiu a camisinha (ops...camisetinha) do presidente, pode
confessar lá dentro do seu coração; não dá para ter orgulho do que estamos vendo, não é? A única coisa que nos resta é a vergonha, né? No mínimo, a vergonha.
Não é
necessário dizer que o mundo vive um período de inseguranças e incertezas em
função do cenário pandêmico e das relações geopolíticas que hão de se estabelecer
no período pós-pandemia, do medo natural que todos, sem exceção, temos de
perder nossos empregos, familiares e amigos mais queridos e amados. Estamos
inseguros pelo futuro. No mundo todo, a insegurança é uma certeza diante desta
pandemia que vai mudar a face do planeta. Mas como isso é muito pouco e parece
que o brasileiro gosta mesmo é de “emoção”, além da insegurança, somos
obrigados a viver também com o cenário de medo, de terror e abandono. Não há outra palavra que possa definir nosso sentimento neste momento, e para ser mais sincero, às vezes até faltam adjetivos. Todos (e todas as nações do mundo) estamos
preocupados com nossos empregos e como vamos fazer para manter nossas famílias; porém estamos (ou deveríamos estar) muito mais preocupados em salvar nossas vidas
e a vida de quem amamos. E essa deveria ser a principal PRIORIDADE do líder de
uma nação, que deveria estar de fato preocupado com o seu povo, ou no mínimo
com aqueles que o elegeram. Até agora o que se observa por parte dele é apenas o uso do sofrimento do povo para manipular seus interesses políticos para ver “quem se dá melhor”.
Famílias choram.
Mães perdem seus filhos e filhos enterram seus pais, sem ao menos se despedir,
sem lhes olhar nos olhos uma última vez. As pessoas estão sendo enterradas em
valas, porque não há mais lugar nos cemitérios. Uma vida inteira jogada numa vala!
Conseguem imaginar algo mais doloroso do que isso para uma família? E o que podemos ver como uma atitude mais solidária por parte do “homem de
bem” que está lá no Planalto? Nada! O deboche e a indiferença devem enojar até
a mais vil das criaturas! A pressão absurda que ele faz sobre os sistemas, para forçar o povo a ir para as ruas expondo suas vidas ao vírus e utilizando para isso a infeliz justificativa de que as atividades econômicas
precisam voltar para levantar a “economia” e preservar seus empregos é tão estúpida, quanto impudica! No entanto, uma coisa fica (mais) clara: entenderam quem é que precisa de quem? Entenderam quem é
que faz a Economia de um país girar?
Mesmo assim, dentro desta conjuntura preocupante e delicada, o presidente segue focado nos seus interesses políticos, pessoais e financeiros mais espúrios, usando para tal críticas contumazes ao isolamento social - que já é por si só um crime de responsabilidade de caráter internacional-, forçando a liberação do uso da cloroquina cuja eficácia no tratamento contra a COVID-19 NÃO está comprovada - e até mesmo proibida em alguns países - e agindo com total (TOTAL!) indiferença em relação ao sofrimento das pessoas, sem um pingo de carisma, civilidade, solidariedade e respeito. É lamentável que, enquanto ele grita e arrota prepotência com seu sorriso sarcástico, ainda não tenha entendido que a voz maior é a do povo (do POVÃO, base da pirâmide!) em quem ele pisa e zomba, por que é este que move de verdade a economia de um país. Assim, tomando por base um entendimento retilíneo da relação "patrão e empregado" - tão defasada para as atuais estruturas corporativas nos países desenvolvidos - se pararmos um pouquinho para pensar, veremos que é no mínimo contraditório e insano dizer que ele está preocupado com a Economia do país, se ele não estiver comprometido e preocupado com a saúde de quem, de fato, faz a Economia girar. Entendem isso?
Mesmo assim, dentro desta conjuntura preocupante e delicada, o presidente segue focado nos seus interesses políticos, pessoais e financeiros mais espúrios, usando para tal críticas contumazes ao isolamento social - que já é por si só um crime de responsabilidade de caráter internacional-, forçando a liberação do uso da cloroquina cuja eficácia no tratamento contra a COVID-19 NÃO está comprovada - e até mesmo proibida em alguns países - e agindo com total (TOTAL!) indiferença em relação ao sofrimento das pessoas, sem um pingo de carisma, civilidade, solidariedade e respeito. É lamentável que, enquanto ele grita e arrota prepotência com seu sorriso sarcástico, ainda não tenha entendido que a voz maior é a do povo (do POVÃO, base da pirâmide!) em quem ele pisa e zomba, por que é este que move de verdade a economia de um país. Assim, tomando por base um entendimento retilíneo da relação "patrão e empregado" - tão defasada para as atuais estruturas corporativas nos países desenvolvidos - se pararmos um pouquinho para pensar, veremos que é no mínimo contraditório e insano dizer que ele está preocupado com a Economia do país, se ele não estiver comprometido e preocupado com a saúde de quem, de fato, faz a Economia girar. Entendem isso?
A saída de dois ministros da saúde e um presidente genocida, num momento como esse é a última coisa que poderia acontecer a todos nós brasileiros. Vai
além do reflexo da inabilidade política de quem está no palácio do Planalto
hoje. É um ABANDONO! Política não é para quem quer, é para quem pode e ele
deveria saber disso, quando abraçou a causa. É vergonhoso ver tanto descaso, tanta indiferença por
parte de um presidente e, tanta apatia por parte da Nação brasileira em face
aos crimes que ele está cometendo conosco, com nossas famílias, tratando-as
como se elas não tivessem a menor importância. E o pior: ele faz isso sem o
menor pudor, com todo motejo e deboche e, bem diante do nosso nariz e... ainda tem gente que aplaude.
Quantos gritos de dor de mães, filhos,
famílias serão necessários para que nós acordemos como Nação? Quantos choros
mais? Quantos mil mais? Estes números não são dos outros, são nossos também. Já
são mais de 15.000 mortos e em uma semana atingiremos a marca dos 20.000 se o
cenário não se modificar. Já atingimos a fatídica marca de 816 mortos em 24
horas. 816 vidas! É alguém que conhece outro alguém, que por sua vez conhece alguém
que pegou a COVID-19 e de repente, TODOS sofremos juntos e oramos e pensamos:
poderia ter sido eu, meu pai, minha mãe, meu filho, sobrinho, avós. É preciso
que estejamos unidos mais do que nunca como Nação e como povo. É preciso que
nos ajudemos mais e duelemos menos. Pessoal este não é o momento para entrar
numa briga política por ninguém, porque simplesmente não é hora para fazer
política. É hora de lutar, de ficar em casa SIM para que mais vidas não sejam
perdidas, para que mais lágrimas não venham cair sobre nossos ombros e para que
nós não nos percamos na “doce e ingênua” intenção genocida de qualquer pessoa que
se diga ser um “homem de bem”. Lembremos que o homem de bem de verdade, em seu
momento de maior dor disse: “Deixo-vos a paz; a minha paz eu vos dou”. Não
vamos permitir que um Messias qualquer venha tirá-la de nós.

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